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Tese em Mestrado

RESUMO:
CARVALHO, J.J.M.Prevalência e padronização diagnóstica da infecção genital pelo HPV em homens atendidos em Clínica Urológica. São Paulo, 1999. 97 p. - Dissertação de Mestrado – Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

A infecção genital pelo HPV vem aumentando em todo mundo e tem sido considerada epidemia por alguns pesquisadores. A sua associação com o câncer de colo uterino parece estar bem estabelecida e muitos outros trabalhos estudam a presença do HPV em outros tumores.

Sua prevalência, entretanto, parece não estar bem estabelecida, pois depende diretamente dos métodos de diagnósticos utilizados e da população estudada.

A proposta deste estudo é a padronização dos exames utilizados para o diagnóstico da infecção pelo HPV e a avaliação da prevalência periódica dessa infecção em homens atendidos em uma Clínica Urológica.

Parece não existir um exame único que possa identificar os portadores dessa infecção. A peniscopia é um exame que apresenta boa sensibilidade, pois identifica os possíveis portadores dessa infecção, porém apresenta baixa especificidade, uma vez que não consegue confirmar com certeza quem não está com a infecção.

A histologia tem sido utilizada até hoje para confirmar o diagnóstico da infecção pelo HPV. As alterações histológicas características são a coilocitose e discariose, porém inúmeros trabalhos em que se utilizaram técnicas de biologia molecular demonstraram que muitos pacientes com essas alterações histológicas não apresentam o vírus. Dessa maneira, tanto a histologia como a peniscopia apresentam baixa especificidade.

O diagnóstico da infecção pelo HPV somente é definitivo quando obtivermos a confirmação da presença do vírus por um dos testes de biologia molecular. A histologia é importante no diagnóstico diferencial com outros tipos de lesões que podem vir associadas ao HPV ou isoladas.

Neste estudo, dos 1152 homens atendidos de janeiro de 1996 a novembro de 1998, 334 apresentavam suspeita clínica de infecção pelo HPV. Obtivemos resultados positivos em 79,8% deles, por meio da peniscopia, 74,5% pela histologia, e 35,2% por biologia molecular. Como a prevalência da infecção pelo HPV na clínica urológica em estudo, utilizando-se o teste de captura híbrida, foi de 35,2%, conclui-se que nenhum teste isolado é suficiente para diagnosticar todos as pessoas infectadas pelo HPV. Assim, a padronização diagnóstica da infecção pelo HPV deve contar com a peniscopia, com um teste de biologia molecular e com um estudo histológico.

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